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O Que É E Para O Que Serve A Bula?

by Ana Sales (2018-08-09)


Ainda é recomendado que mulheres lactantes, pessoas que estejam tomando algum tipo de remédio, substâncias à base de ervas ou suplementos alimentares, que tenham alergia a comidas ou a alguma substância ou que tenham problemas com anemia ou no metabolismo, consultem um médico antes de tomar a vitamina para saber se não há risco de haver alguma interação que possa prejudicar organismo.

aparecimento de sintomas indesejáveis faz com que as mulheres procurem alternativas eficazes aos seus problemas, como sintomas relacionados a doenças cardiovasculares, osteoporoses e alterações urogenitais. Para mulheres em torno dos 50 anos que tende a fazer tratamento com estrógenos, sendo um repositor hormonal feminino, elas buscam alternativas que se tenham menor efeito colateral, com grande número de mulheres com receio desse hormônio, médicos estão se habituando a realizar prescrições fitoterápicas como a isoflavona, um fitoestrógeno de efeito favorável (WOLF et al., 2006). diagnóstico do climatério e presumido pelos sintomas da perimenopausa e do estado menopáusico que muitas vezes são sintomas clínicos que vão desde os vasomotores até os psíquicos (Tabela 1), ou além dos sintomas tardios caracterizados como secura vaginal, poliúria, e episódios de infecções urinários (FERNANDES et al., 2007).

As bulas dos medicamentos genéricos e similares com mesmo princípio ativo de um medicamento de referência podem se diferenciar em aspectos bem pontuais da bula do medicamento de referência, como a identificação do medicamento, composição do medicamento, prazo de validade do medicamento, dizeres legais e outros itens que são específicos de cada produto. As demais informações devem estar harmonizadas com as respectivas bulas de medicamentos Padrão, ou seja, com a bula do medicamento de referência.

Medicamentos que inibem a enzima conversora da angiotensina (ECA): pacientes que estão recebendo diuréticos podem sofrer queda acentuada da pressão arterial e prejuízo da função dos rins, incluindo casos de insuficiência dos rins, especialmente quando um inibidor da enzima conversora de angiotensina (ECA) ou antagonista do receptor de angiotensina II, é administrado pela primeira vez ou tem sua dose aumentada pela primeira vez. Deve-se considerar interrupção da administração da furosemida temporariamente ou, pelo menos, reduzir a dose de furosemida por 3 dias antes de iniciar tratamento com, ou antes, de aumentar a dose de um inibidor da ECA ou antagonista do receptor de angiotensina II.

Podem usar de modo seguro a carbamazepina e devem receber informações específicas do médico como, por exemplo, cuidados na dosagem. Estes pacientes devem ficar sob observação rigorosa do médico, principalmente no início do tratamento (vide Como devo usar carbamazepina?" e Quais os males que carbamazepina pode me causar?").

Em um estudo placebo-controlado com anlodipino, de acompanhamento de longo Prazo (PRAISE-2), em pacientes com insuficiência cardíaca classes NYHA III e IV, sem sintomas clínicos ou sinais sugestivos de doença isquêmica preexistente, em doses estáveis de inibidores da ECA, digitálicos e diuréticos, anlodipino não teve qualquer efeito na mortalidade total ou cardiovascular. Nesta mesma população, fármaco foi associado a um aumento de relatos de edema pulmonar, apesar de não existir qualquer diferença significante na incidência de piora da insuficiência cardíaca quando comparada ao placebo.

Roxflan (besilato de anlodipino) é indicado como fármaco de primeira linha no tratamento da hipertensão, podendo ser utilizado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sanguínea. Pacientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo podem ser beneficiados com a adição de anlodipino, que tem sido utilizado em combinação com diuréticos tiazídicos, alfabloqueadores, agentes betabloqueadores adrenérgicos ou inibidores da enzima conversora da angiotensina (ECA).

Devido aos possíveis efeitos aditivos, recomenda-se cautela quando os pacientes estiverem tomando, juntamente com dicloridrato de pramipexol (substância ativa), qualquer outro medicamento sedativo ou álcool e medicamentos que aumentem os níveis plasmáticos de pramipexol (substância ativa) (por exemplo cimetidina).

Quando tive a ideia do post achei que poderia estar incentivando uso do medicamento ou até mesmo ser acusada de fazer post patrocinado para mesmo. Mas como é um remédio caro e a finalidade dele é estética, por assim dizer, achei que valia relato da minha experiência com ele. Assim como já fiz relato do meu tratamento com laser e como faria um post caso usasse alguma dessas pílulas da beleza".

Pacientes idosos, desidratados, com insuficiência cardíaca congestiva (mau funcionamento do coração), cirrose hepática (substituição das células saudáveis do fígado por tecido fibroso sem função), síndrome nefrótica (doença dos rins com perda de proteínas pela urina), mau funcionamento dos rins, em tratamento com diuréticos (como hidroclorotiazida, espironolactona, furosemida), inibidores da ECA (como captopril, enalapril) e outros medicamentos para controlar a pressão arterial (como telmisartana, valsartana), ou com baixo volume sanguíneo após cirurgia de grande porte, têm risco de complicações renais com uso de meloxicam e devem ser monitorados no início do tratamento.