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Estante Para Discos De Vinil

by João Lucas da Mota (2018-05-03)


Quanto à profundidade da estante eu a faço internamente tendo 35 centímetros e as prateleiras tendo 30 centímetros de profundidade. Esses 5 centímetros que me sobram é mais que suficiente para ter as duas portas de vidro blindex. Costumo fazer duas portas de correr para lados opostos. Isso facilita a abertura se seu quarto ou sala tem um espaço pequeno. Dá para se fazer com portas de abrir para fora, mas você tem que prever espaço em volta para quando ela abrir não bater nos móveis em volta. Prefira a de correr. Quanto à profundidade da prateleira, 30 centímetros é ótimo para encadernados que são feitos com as folhas deitadas" tipo aquele "300 de Esparta" do Frank " Miller. Como a maioria dos encadernados não passam de 21 centímetros de profundidade, ainda sobra espaço na frente deles para colocar alguns enfeites: tipo os bonequinhos de personagem, canecas customizadas, ou outras quinquilharias (veja a IMAGEM 6).

estantesSe você, além de livros, também gosta de colecionar mangás e quadrinhos é bom que eles tenham um espaço na estante, não é? Eu tenho uma prateleira só para eles e deixo organizado por editora e por coleção. Por exemplo: mangás da JBC ficam todos juntos, os da Panini a mesma coisa e por aí vai.

Sempre procurei inserir algo de quadrinhos aqui na Collectors Room, e agora isso ficará ainda mais forte através da coluna Minha Estante, onde entrevistaremos colecionadores de quadrinhos e mostraremos os seus incríveis acervos, na linha do que já feito no Minha Coleção com os colecionadores de discos.

Afinal, reunir em uma única coleção as cerca de 500 HQs escritas e desenhadas por Carl Barks - Homem dos Patos", criador do Tio Patinhas e celebrado em todo mundo como maior quadrinhista Disney de todos os tempos -, com tanto apuro gráfico e editorial, foi um presente tão inesperado quanto valioso para os fãs brasileiros, até então acostumados a ver apenas leitores de outros países serem brindados com publicações desse naipe.

diário de Anne Frank foi publicado pela primeira vez em 1947 e faz parte do cânone literário do Holocausto. E agora, pela primeira vez, vem à luz esta edição em quadrinhos. roteirista e diretor cinematográfico Ari Folman e ilustrador David Polonsky demonstram com essa adaptação a dimensão e a genialidade literárias da jovem autora. Eles tornam visual, contemporâneo documento histórico de Anne Frank e traduzem contexto da época no qual foi escrito. Baseada na edição definitiva do diário, autorizada por Otto Frank, pai de Anne, esta versão em quadrinhos torna tangível destino dos oito habitantes do Anexo durante seus dias no esconderijo.

Sabe aquele livro de histórias infantis que você não abre há muito tempo? E aquele gibi já lido tantas vezes que repousa na estante para vinis? Para que crianças de quatro escolas rurais de Curaçá-BA tenham a oportunidade de lê-los projeto Leitura e contação de histórias, coordenado pela professora Patrícia Alves e a estudante Aline Miranda, do campus Petrolina Zona Rural do IF Sertão-PE, está promovendo uma campanha de doação de livros infantis e gibis. Eles podem ser entregues na Pró-reitoria de Extensão do IF Sertão-PE ou na coordenação do Campus Zona Rural até dia 31 de dezembro.

estantesSe você ainda não está convencido, uma curiosidade: Os irmãos Cafaggi encontrar uma forma muito criativa de justificar fato de só Cebolinha usar sapatos. Mas não darei detalhes sobre enredo para não irritar quem odeia spoiler, mas adianto que você vai querer ler, reler e guardar na estante com todo carinho. E finalmente, penso que é uma forma de ilustrar quanto as histórias em quadrinho são importantes como meio de comunicação e mostrar que HQ é sim, uma forma de literatura e até mesmo jornalismo.

Moacy Cirne, professor aposentado, escritor e autor do primeiro livro brasileiro sobre quadrinhos (A explosão criativa dos quadrinhos", de 1970), vê como uma necessidade natural essa desmitificação dos quadrinhos. Mais cedo ou mais tarde, esse processo seria desencadeado. As HQs têm uma linguagem que dialoga com várias áreas, e a produção brasileira não deixa a desejar para nenhum mercado. Mas, como a coisa é muito dinâmica, a tal globalização contribui para quadrinho perder um pouco a personalidade, a característica de determinado lugar", disse Moacy.

Essa semana eu tava afim de mudar a organização da minha prateleira e fiquei super em dúvida de qual opção escolher. Pensando nisso eu decidi compartilhar as opções com vocês e deixar como dica para quem também está nessa fase de organização da estante.

OPINIÃO: Leiturinha afirma que trabalha com quase todas as editoras do Brasil, com destaque para Ciranda Cultural e Girassol, conhecidas por comercializar livros baratos e, por isso, tem melhor preço. Não detalha quem são os profissionais que fazem a curadoria.

5 The Complete Calvin & Hobbes. As tirinhas são sem comentários: quando era GURI, recortava elas do jornal pra guardar. Quando foi lançado, gastei todo meu salário líquido" do mês para fazer a compra. Tive que ir ao Banco do Brasil mendigar um aumento no limite do meu cartão precisava de mais CINQUENTA REAIS.